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Ansiedade
A ansiedade é um sentimento de apreensão desagradável, vago, acompanhado de sensações físicas como vazio (ou frio) no estômago (ou na espinha), opressão no peito, palpitações, transpiração, dor de cabeça, ou falta de ar, dentre várias outras.
A ansiedade é um sinal de alerta, que adverte sobre perigos iminentes e capacita o indivíduo a tomar medidas para enfrentar ameaças. O medo é a resposta a uma ameaça conhecida, definida; ansiedade é uma resposta a uma ameaça desconhecida, vaga.
A ansiedade prepara o indivíduo para lidar com situações potencialmente danosas, como punições ou privações, ou qualquer ameaça a unidade ou integridade pessoal, tanto física como moral. Desta forma, a ansiedade prepara o organismo a tomar as medidas necessárias para impedir a concretização desses possíveis prejuízos, ou pelo menos diminuir suas conseqüências. Portanto a ansiedade é uma reação natural e necessária para a auto-preservação. Não é um estado normal, mas é uma reação normal, assim como a febre não é um estado normal, mas uma reação normal a uma infecção. As reações de ansiedade normais não precisam ser tratadas por serem naturais e auto-limitadas. Os estados de ansiedade anormais, que constituem síndromes de ansiedade são patológicas e requerem tratamento específico. Os animais também experimentam ansiedade. Neles a ansiedade prepara para fuga ou para a luta, pois estes são os meios de se preservarem.
A ansiedade é normal para o bebê que se sente ameaçado se for separado de sua mãe, para a criança que se sente desprotegida e desamparada longe de seus pais, para o adolescente no primeiro encontro com sua pretendente, para o adulto quando contempla a velhice e a morte, e para qualquer pessoa que enfrente uma doença. A tensão oriunda do estado de ansiedade pode gerar comportamento agressivo sem com isso se tratar de uma ansiedade patológica. A ansiedade é um acompanhamento normal do crescimento, da mudança, de experiência de algo novo e nunca tentado, e do encontro da nossa própria identidade e do significado da vida. A ansiedade patológica, por outro lado caracteriza-se pela excessiva intensidade e prolongada duração proporcionalmente à situação precipitante. Ao invés de contribuir com o enfrentamento do objeto de origem da ansiedade, atrapalha, dificulta ou impossibilita a adaptação.
Ref. Bibliograf: Liv 01 Liv 02
Quem sabe somar sabe dividir
Primeiro agente gosta de somar várias vezes palitos e giz, depois brinquedos e roupas da moda, depois somar dinheiro, depois somar carros e casas, e sempre somar alegria e felicidade.
Isto já é multiplicação, que também é fácil de aprender, é só somar várias vezes a mesma coisa.
Isto já é multiplicação, que também é fácil de aprender, é só somar várias vezes a mesma coisa.
A Segunda operação que aprendemos é a subtração.
Aí começa a ficar estranho.
Principalmente quando tem que pedir emprestado na casa do vizinho, digo, casa decimal ao lado. Ninguém gosta mais de diminuir do que somar.
Aí começa a ficar estranho.
Principalmente quando tem que pedir emprestado na casa do vizinho, digo, casa decimal ao lado. Ninguém gosta mais de diminuir do que somar.
Quando chega na divisão é quase um desespero, ainda mais quando sobra um resto.
É que ninguém entende aonde ou pra quem vai ficar o resto.
Até no cotidiano ninguém gosta de dividir nada.
A dificuldade no aprendizado não parece à toa, o homem rejeita essa prática.
Quando o homem aprender a dividir corretamente e saber onde deve ficar o resto, entenderá que é o mesmo que somar para alguns, mantendo a quantidade de outros, sem necessariamente subtrair de alguém, ou seja, é o mesmo que somar igual para todos; entenderá também que somando os restos teremos mais um inteiro divisível, fazendo outros felizes.
Até no cotidiano ninguém gosta de dividir nada.
A dificuldade no aprendizado não parece à toa, o homem rejeita essa prática.
Quando o homem aprender a dividir corretamente e saber onde deve ficar o resto, entenderá que é o mesmo que somar para alguns, mantendo a quantidade de outros, sem necessariamente subtrair de alguém, ou seja, é o mesmo que somar igual para todos; entenderá também que somando os restos teremos mais um inteiro divisível, fazendo outros felizes.
O resultado final também é uma soma, a soma da felicidade geral.
Poderíamos até chamar esta operação de soma distribuída.
Com esta visão, com certeza a matemática daria mais resultados, talvez fosse dispensável aprender contas de dividir e os homens continuariam felizes a somar palitos, brinquedos, dinheiros, carros, casas e felicidade, porém não somente para si.
Quem sabe?
Poderíamos até chamar esta operação de soma distribuída.
Com esta visão, com certeza a matemática daria mais resultados, talvez fosse dispensável aprender contas de dividir e os homens continuariam felizes a somar palitos, brinquedos, dinheiros, carros, casas e felicidade, porém não somente para si.
Quem sabe?
Síndrome do Panico
Relatos assim não são incomuns para os psicólogos e psiquiatras. Definida como , Sindrome do Panico, teve uma maior divulgação na decada de 90. Por ter sido mais estudada em todos os seus aspectos, entendemos muito mais suas formas de manifestação alem de uma maior pesquisa na efetividade de tratamentos, seja medicamentoso ou Psicoterapico.
O transtorno do Panico é diferente de outras formas de transtornos de Ansiedade existentes. Os sintomas são como uma preparação Biológica para fugir de uma ameaça inimente de perigo. Se sabe que a Sindrome do Panico é uma ativação dos sistemas de defesa do organismo aparentemente sem nenhuma causa ( embora tenha, mas muitas vezes a pessoa não consegue entende-la ). Essas causas são Bio-psiquicas, ou seja, possuem fundo psicológico e de problemas relacionados a sinapses dos neuro-transmissores.
Se caracteriza por :
- Contração / tensão muscular, rijeza
- Palpitações / taquicardia (o coração dispara)
- Tontura, atordoamento, náusea
- Dificuldade de respirar ou respiração muito rapida ( Hiperventilação )
- Calafrios ou ondas de calor, sudorese
- Confusão, pensamento rápido
- Medo de perder o controle, fazer algo embaraçoso
- Medo de morrer
- Vertigens ou sensação de debilidade
- Terror – sensação de que algo inimaginavelmente horrível está prestes aacontecer e de que se está impotente para evitar tal acontecimento
- Sensação de “estar sonhando” ou distorções de percepção da realidade
Existem diversos subtipos de Sindrome do Panico, em algumas pessoas aparece a forma “pura” sem outros sintomas, mas existem pessoas que apresentam Sindrome do Panico com Agorafobia ( Fobia de Lugares Publicos ou situações onde ficaria muito dificil de fugir caso aconteça um ataque de panico ). Pessoas com Sindrome do Panico com Agorafobia são aquelas que se trancam em casa. Esse subtipo é o mais comum.
O tratamento da Sindrome do Panico sempre é realizado pelo Psicologo e pelo psiquiatra, pois o tratamento envolve medicação. Isso é, medicação que atua diretamente nos processos de ansiedade. Porem a medicação por sí só não é eficiente, sendo necessária a atuação psicoterápica para procedimentos de enfrentamento e controle das crises.
Existem diversos estudos que mostram que a junção do tratamento Psicologico e Psiquiatrico é muito mais eficiente do que tratamentos ou só psicologicos ou só psiquiatricos. Por isso é necessaria a integração dos profissionais da Saude, sempre visando o melhor para o seu cliente.
As Psicoterapias Comportamentais e Cognitivo Comportamentais são as mais eficientes e sempre indicadas para tratamento de Transtornos de Ansiedade como a Sindrome do Panico.
Atenção :
Se conhecerem alguem que possua comportamentos condizentes com a Sindrome do Panico é sempre muito importante procurar um psicologo qualificado ou um medico para averiguar a possibilidade de Panico e começar o tratamento mais efetivo para aquela pessoa.
Se conhecerem alguem que possua comportamentos condizentes com a Sindrome do Panico é sempre muito importante procurar um psicologo qualificado ou um medico para averiguar a possibilidade de Panico e começar o tratamento mais efetivo para aquela pessoa.
Sindrome do Panico é uma doença, não é loucura e não é falta de vergonha como muito se pregou no passado. Hoje sabemos que é uma doença que causa intenso sofrimento e deve ser tratada o mais rapido possivel para que a pessoa recupere sua alegria de viver sem estar sempre ansiosa e com medo de ter outro ataque.
Por : Marcelo C. Souza
Transtorno disfórico pré-menstrual (TDPM)
O que é a TPM e o que é o TDPM?
A TPM é bem conhecida e pode ser entendida rapidamente com uma visita à Wikipedia:
"A tensão pré-menstrual (conhecida pela sigla TPM) é uma síndrome que atinge as mulheres e que ocorre, em maior ou menor grau, nos dias que antecedem a menstruação. Ela se caracteriza por uma irritabilidade e ansiedade mais acentuadas, bem como manifestações físicas, como por exemplo dor nas mamas, distensão abdominal e cefaléia. Decorre da retenção de sódio e água ."
O Transtorno Disfórico Pré Menstrual (TDPM) é uma forma mais grave da TPM, que afeta de 3 a 8% das mulheres. A principal característica do TDPM é a severidade dos sintomas, que podem causar disfunção física, psíquica ou emocional. Nestes casos o tratamento é recomendado pois o TDPM interfere com a habilidade da mulher de funcionar socialmente ou no trabalho. Os principais sintomas, como na TPM incluem (mas de forma mais severa):
- sentimentos profundos de tristeza ou desepero, com possível ideação suicida
- tensão ou ansiedade extremas
- ataques de pânico
- diarreia
- alterações do humor, choro
- irritabilidade ou raiva persistentes que criam conflitos interpessoais - tipicamente as mulheres não percebem o impacto que o transtorno tem nos familiares e amigos próximos
- apatia ou desinteresse em atividades de vida diária
- infecções por cândida (sapinho) - Candida albicans
- dificuldades de concentração
- fadiga
- insônia ou hipersonia
- inchaço
- palpitações
- dores nas mamas
- dores de cabeça, nos músculos ou articulações
A. Os sintomas devem ocorrer durante a semana anterior à menstruação e remitirem poucos dias após o início desta. Cinco dos seguintes sintomas devem estar presentes e pelo menos um deles deve ser o de número 1, 2, 3, ou 4:
1. Humor deprimido, sentimentos de falta de esperança ou pensamentos autodepreciativos.
2. Ansiedade acentuada, tensão, sentimentos de estar com os “nervos à flor da pele”.
3. Significativa instabilidade afetiva.
4. Raiva ou irritabilidade persistente e conflitos interpessoais aumentados.
5. Interesse diminuído pelas atividades habituais.
6. Sentimento subjetivo de dificuldade em se concentrar.
7. Letargia, fadiga fácil ou acentuada falta de energia.
8. Alteração acentuada do apetite, excessos alimentares ou avidez por determinados alimentos.
9. Hipersonia ou insônia.
10. Sentimentos subjetivos de descontrole emocional.
11. Outros sintomas físicos, como sensibilidade ou inchaço das mamas, dor de cabeça, dor articular ou muscular, sensação de inchaço geral “e ganho de peso”.
B. Os sintomas devem interferir ou trazer prejuízo no trabalho, na escola, nas atividades cotidianas ou nos relacionamentos.
C. Os sintomas não devem ser apenas exacerbação de outras doenças.
D. Os critérios A, B, e C devem ser confirmados por anotações prospectivas em diário durante pelo menos dois ciclos consecutivos.
Tratamento
Em geral mudanças no estilo de vida como dieta e exercícios podem melhorar alguns sintomas. Alguns antidepressivos inibidores da recaptação de serotonina (ISRS) parecem melhorar o quadro: fluoxetina, sertralina, paroxetina e escitalopram. Para muitas mulheres, o uso de métodos hormonais que suprimem os períodos menstruais, seja o Dispositivo Intra Uterino (DIU) hormonal, os implantes hormonais ou pílulas contraceptivas que devem ser tomadas por tempo indeterminado produzem alívio ao impedir as oscilações hormonais.
Reportagem do Estado de São Paulo.
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