Mandala traduzindo do Sânscrito, significa: मंड "essência” + ल "ter" ou "conter". Também pode ser traduzida como círculo ou circunferência, totalidade, plenitude, derivando do termo tibetano “dkyil khor”. Sua estrutura de combinações figuras, quadrados e triângulos em torno de um centro simbolizam a união do plano espiritual com o material. Mandala é uma forma de trabalhar o nosso universo interior de um modo criativo, que nos ajuda também a reunir energias dispersas e a melhorar a nossa concentração, induzindo ao estado de relaxamento. Naturalmente, se percebermos uma paixão muito forte e intensa, podemos reproduzi-la em uma pintura com toda a variedade de chamas e ornamentos. Estes poderosos instrumentos mágicos são utilizados na harmonização e cura de energias confusas em ambientes e também para meditação como desbloquear ou despertar sentimentos e sensações que encontram dificuldades em manifestar-se, exteriormente deixando mágoas para trás, trazendo mais ânimo e nos acalmando. Carl Jung relacionou as mandalas a "movimentos em direção a um crescimento psicológico, expressando a idéia de um refúgio seguro, de reconciliação interna e inteireza". Para ele, as mandalas são embarcações na qual projetamos nossa psique, que retornam a nós como um caminho de restauração. Jung reconheceu que figuras arquetípicas (símbolos universais) de várias culturas podiam ser identificadas nesta expressão espontânea do inconsciente. Os círculos são universalmente associados à meditação, a cura e o sagrado, que funcionam como chaves para os mistérios de nosso interior e que, quando utilizados com este objetivo, remetem ao encontro com os mistérios de nossa alma.



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A psicologia e os sonhos


Quando falamos em sonhos, logo surgem as perguntas: Para que servem os sonhos? Sonhos podem indicar o problema psicológico de uma pessoa? Por que temos o mesmo sonho repetidamente? Que mudanças ocorrem na minha mente quando submeto meus sonhos à análise clínica?
Tudo que está presente no ser humano tem sua função determinada, e com os sonhos não é diferente. Os sonhos são elaborados em uma parte de nossa mente chamada inconsciente e, entre várias outras funções, possuem a capacidade de equilibrar parcialmente a psique.
Podemos fazer uma analogia entre o exame de sangue solicitado pelo Médico e o exame dos sonhos feito pelo Psicólogo. Da mesma maneira que ao examinar o sangue, o Médico encontra dados importantes sobre o estado biológico de seu paciente, assim também, o Psicólogo ao examinar os sonhos encontra dados importantes sobre o estado psicológico da pessoa e muitas vezes identifica fatos geradores de conflitos psicológicos que até o próprio paciente desconhece.
Freud, fundador da Psicanálise, e Jung, fundador da Psicologia Analítica, sempre examinavam os sonhos de seus pacientes em busca de dados que pudessem ajudar a esclarecer as neuroses que os mesmos enfrentavam.
Quando iniciamos um trabalho clínico psicológico, consideramos as queixas objetivas do paciente; os relatos de vida familiar, conjugal, social e profissional; o contexto de vida atual, no qual está inserido, e, paralelamente a tudo isto, iniciamos o processo de coleta de sonhos e a construção da estrutura onírica (estrutura em ordem temporal dos sonhos) do paciente.
Nesta coleta temos o cuidado de registrar não apenas os sonhos recentes, mas também sonhos de infância, da adolescência (considerando neste caso um paciente adulto) e os chamados sonhos recorrentes, ou seja, aqueles que se repetem frequentemente ao longo da vida.
Após esta fase, o Psicólogo se dedica à compreensão e à apreensão da psique do paciente, de seus valores, filosofias de vida e da sua maneira de olhar, perceber e sentir o mundo e a si mesmo.
Ao mesmo tempo em que começa a tomar ciência da personalidade de seu assistido, o psicólogo coloca em diálogo alguns sonhos, inclusive os que começam a surgir durante o período de análise, com seus conteúdos emotivos e simbólicos e, aos poucos, os mesmos, que antes eram tão sem sentido, começam a ser extremamente esclarecedores de aspectos da sua psique.
No decorrer da análise, trabalhando com a mente consciente e inconsciente, promovendo vivências clínicas que integram estas duas instâncias psíquicas e, consequentemente, gerando insights (compreensões repentinas acerca de sua vida), novos caminhos de pensamento vão se estruturando na mente da pessoa. A partir de então, o indivíduo entra em um processo de amadurecimento de seu estado psicológico, adquirindo um equilíbrio duradouro. Neste ponto, a pessoa já começa a se desprender do contexto psicológico que apresentava quando chegou ao consultório e começa a desejar lançar seu olhar para o futuro, para a busca de uma vida intensa e prazerosa. Vida esta que será experimentada com a alegria de quem aprendeu a usar a liberdade que existe dentro da alma de todo ser humano.
Erickson Antunes Couto

Psicólogo Clínico

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