Mandala traduzindo do Sânscrito, significa: मंड "essência” + ल "ter" ou "conter". Também pode ser traduzida como círculo ou circunferência, totalidade, plenitude, derivando do termo tibetano “dkyil khor”. Sua estrutura de combinações figuras, quadrados e triângulos em torno de um centro simbolizam a união do plano espiritual com o material. Mandala é uma forma de trabalhar o nosso universo interior de um modo criativo, que nos ajuda também a reunir energias dispersas e a melhorar a nossa concentração, induzindo ao estado de relaxamento. Naturalmente, se percebermos uma paixão muito forte e intensa, podemos reproduzi-la em uma pintura com toda a variedade de chamas e ornamentos. Estes poderosos instrumentos mágicos são utilizados na harmonização e cura de energias confusas em ambientes e também para meditação como desbloquear ou despertar sentimentos e sensações que encontram dificuldades em manifestar-se, exteriormente deixando mágoas para trás, trazendo mais ânimo e nos acalmando. Carl Jung relacionou as mandalas a "movimentos em direção a um crescimento psicológico, expressando a idéia de um refúgio seguro, de reconciliação interna e inteireza". Para ele, as mandalas são embarcações na qual projetamos nossa psique, que retornam a nós como um caminho de restauração. Jung reconheceu que figuras arquetípicas (símbolos universais) de várias culturas podiam ser identificadas nesta expressão espontânea do inconsciente. Os círculos são universalmente associados à meditação, a cura e o sagrado, que funcionam como chaves para os mistérios de nosso interior e que, quando utilizados com este objetivo, remetem ao encontro com os mistérios de nossa alma.



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Terapias Naturais


A questão da saúde é um ponto muito delicado. Para Hipócrates, Pai da Medicina, saúde significava a harmonia entre o homem e a natureza, ou seja, o equilíbrio dinâmico das diversas estruturas orgânicas e o meio ambiente.
Todo médico ou terapeuta deve buscar a harmonia rompida no equilíbrio dinâmico do indivíduo. Seria absurdo negar que, para muitos doentes, as terapias alternativas representam uma excelente saída. Curar não significa prescrever substâncias químicas, cuja atividade farmacêutica foi cientificamente demonstrada. Muitos fatores podem intervir no sucesso de uma terapia, entre os quais a evolução natural da doença, a crença e a fé do paciente, e o carisma e a habilidade de quem cuida dele.
O que se exige, é claro, é que as terapias alternativas sejam usadas conscientemente após terem sido objeto de reflexão, estudo e comprovação de resultados práticos. Devemos saber usar as terapias holísticas para não cairmos em curandeirismos absurdos ou métodos destituídos de fundamentos práticos ou científicos.
É Inegável que as terapias holísticas alternativas, naturais ou complementares vêm tendo vertiginoso crescimento em muitos países do mundo, sobretudo nos mais desenvolvidos. Segundo as publicações especializadas no setor, somente nos EUA a terapia holística movimenta mais de 30 bilhões de dólares por ano.
Cerca de 75% das escolas de medicina dos Estados Unidos vêm incentivando o uso das terapias holísticas. Inclusive promovem cursos regulares de especialização na área alternativa. O próprio governo americano, por meio de seus organismos como o Instituto Nacional de Saúde (NHI),coordena várias pesquisas com o objetivo de avaliar a eficácia das terapias holísticas. Essa não é uma atitude isolada. Há hospitais ingleses que tratam as enfermidades basicamente com a homeopatia. No Japão os nutracêuticos ou alimentos funcionais possuem vasta aplicação e um numeroso público. No Brasil, embora não haja estatísticas oficiais, sabe-se que na década de 1990 houve um crescimento espantoso das terapias holísticas. E, essa expansão continua até os dias de hoje. Urge romper com velhos sistemas e abrir-se ao novo dentro dos critérios do bom senso e seriedade.
1)P: O que é Terapia Holística, alternativa, complementar ou natural?
R: Em simples definição, a terapia holística é todo e qualquer sistema terapêutico não acadêmico, não convencional, não ortodoxo  e que no entanto apresenta resultados satisfatórios no tratamento de vários distúrbios que acometem o ser humano.
2)P: A Terapia Holística é um único método de tratamento?
R: Não. A Terapia Holística ou Natural engloba quase uma centena de sistemas terapêuticos diferentes, mas que no entanto, convergem para o mesmo ponto, isto é, o bem estar físico, psíquico, emocional e espiritual do homem e da mulher.
3)P: Diga acerca de alguns sistemas que fazem parte da Terapia Holística ou Natural?
R: Em nosso curso de Formação em Terapia Holística enfocamos 14 sistemas terapêuticos diferentes. Desenvolvemos o curso em cima dos seguintes sistemas: Fitoterapia, Alimentoterapia-Nutracêutica, Yogaterapia, Aromaterapia, Hidroterapia, Massoterapia, Reflexoterapia, Magnetoterapia, Biomusicoterapia, Relaxoterapia, Terapia Floral, Terapias Quiroprânicas, Mantraterapia e Terapia Rúnica.
4) P: Poderia citar outros sistemas?
R: Sim. Dentro das terapias holísticas denominadas orientais podemos destacar: Acupuntura, Auriculopuntura, Colorpuntura, Shiatsu, Quiropuntura, Fiterapia Chinesa, Jin Shin Jyutsu, Do-in, Terapia Indiana, Tui-na, Shantala, Ayurveda, Laserterapia e muitas outras. Há, no entanto vários outros sistemas como: Naturopatia, Calatonia, Astroterapia, Metaloterapia, Terapia Ortomolecular, Geoterapia, Arteterapia, Neurolinguística, Cinesiologia, Cristaloterapia, Biodança, Bioenergética, Pranayamaterapia, Cromoterapia, Rolfing, Elementoterapia, Climaterapia, Radiestesia, Radiônica, Balneoterapia, Ergoterapia, Homeopatia, Quiropatia e várias outras.
5)P: Qual é a diferença entre terapias holísticas, alternativas, complementares ou naturais?
R: Em princípio, nenhuma. Essas palavras simplesmente rotulam os sistemas terapêuticos não convencionais, acadêmicos ou ortodoxos. O termo terapia “alternativa”, no Brasil, foi muito utilizado até o final da década de 1980. A partir daí, devido a aceitação popular e crescimento dos sistemas terapêuticos não convencionais, passou-se a adotar o termo holístico por ser mais preciso. Como já explicamos,  “holístico” significa todo, global, integral. Nesse caso o ser humano é visto como um todo, e não apenas como uma máquina com uma peça defeituosa que as ferramentas da medicina corrigirá por meios de seus instrumentos que fundamentalmente são dois: cirurgia e fármacos. O termo “complementar”, mais atual, refere-se ao sistema que trabalha sincronicamente com o tratamento convencional, isto é, serve de complemento a qualquer tratamento que o cliente esteja fazendo com a assistência de seu médico pessoal. A palavra “natural” nomeia todos os sistemas terapêuticos não invasivos que utiliza os recursos naturais como alimentos, ervas, movimentos, respiração, água, minerais, luz, etc. para corrigir distúrbios ou anomalias orgânicas.
6)P: As terapias holísticas, naturais ou alternativas podem curar todos os problemas de saúde?
R: Não. Não há nenhum sistema ortodoxo ou alternativo que sanará todos os problemas de saúde das pessoas. Todos os sistemas de tratamento convencionais ou holísticos possuem limitações. O terapeuta deverá ter consciência dos limites e restrições de sua área terapêutica. Infelizmente há terapeutas alternativos inábeis que, em virtude de sua má formação profissional e deficiência vivencial, cometem erros graves na orientação de seus clientes. Em virtude disso, muitas vezes, as terapias alternativas acabam sendo mal vista. Mas felizmente, nos últimos anos, o público em geral está aprendendo a separar o trigo do joio, isto é, os bons profissionais dos embusteiros ou enganadores.

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